“Falou
Nabucodonosor e lhes disse: É verdade, ó Sadraque, Mesaque e Abede-Nego, que
vós não servis a meus deuses, nem adorais a imagem que levantei?
Se o
nosso Deus, a quem servimos, quer livrar-nos, ele nos livrará da fornalha de
fogo ardente e das tuas mãos, ó rei. Se não, fica sabendo, ó rei, que não
serviremos a teus deuses, nem adoraremos a imagem de ouro que levantaste.”
Daniel 3: 14, 17 e 18
Uma dos
episódios mais conhecidos dentre os tantos narrados na bíblia. Quero pensar um
pouco em algo que fala muito mais do que nossas palavras: Nossa conduta.
Nabucodonosor
decretou que qualquer que não se
ajoelhasse perante a estátua que tinha mandado fazer seria lançado em uma
fornalha; como rei, ele tinha total poder para tal coisa. Sadraque, Mesaque e
Abede-Nego eram judeus. Levados cativos para a Babilônia, ees eram diferentes dos demais. Foram privados de sua
cultura, mudaram suas roupas e até mesmo seus nomes (Hananias, Misael e
Azarias); mesmo vivendo em uma sociedade tão corrompida, eles escolheram não se
deixar corromper, mantiveram sua conduta.
Aprenderam
desde criança que não deveriam prostrar-se, senão perante o Deus Vivo, e
mantiveram sua fidelidade mesmo correndo risco de morte. Note que, apesar de
saber que Deus poderia livra-los, eles não sabiam se isso aconteceria, mas
deixaram claro que não negociariam sua conduta, nem mesmo para poupar suas
vidas.
Hoje vivemos
em uma sociedade que nos pressiona a curvar-nos perante os mais diversos
deuses: O deus padrão de beleza, o deus dinheiro, o deus suborno, o deus promiscuidade,
o deus preguiça, o deus trabalho, o meio deus, aquele que é amor mas não é
justiça, que salva mas não condena, independentemente se os seus servos
negociam sua conduta.
Examine sua
vida, existe alguma área na qual você está negociando sua conduta? Alguma área
na qual você está ajoelhando-se perante a estátua do rei?
Lembre-se,
ser servo do Deus Vivo é mais que um discurso, é viver de forma irrepreensível.
Não importa o que os outros fazem, importa a sua conduta diante de Deus.

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